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Rio Douro

Rio Douro

Paulo Martins, 8ºA

O Rio Douro é um rio internacional que nasce na serra de Urbion, na província de Sória, em Espanha, a cerca de 1.080 metros de altitude e percorre 850 Km até à sua foz e, desses, 210 Km são feitos em território português, sendo este o terceiro maior rio da Península Ibérica e um dos maiores e mais conhecidos rios de Portugal. Atualmente é um rio muito calmo e totalmente navegável mas no passado era um rio extremamente violento. Os fortes caudais, as curvas apertadas, e o elevado declive tornava-o muito perigoso e praticamente indomável. As primeiras tentativas de desobstrução da navegabilidade do rio iniciaram-se em meados do século XVI. No entanto só quase 3 séculos depois em 1791 é que se conseguiu abrir o Douro superior á navegação fluvial, com a destruição do Cachão da Valeira. O Cachão da Valeira era um obstáculo natural intransponível que dificultava muito a navegação do rio. Era uma formação granítica que provocava no leito do rio uma espécie de represa, de onde a água se despenhava de uma altura de 15 m. As embarcações subiam o rio desde a foz do Douro, no Porto, apenas até à garganta apertada do Cachão da Valeira que as impedia de navegar para montante. E é no final do século XVIII que a nossa história se localiza. A rainha D. Maria I manda demolir este rochedo. Segue-se um elevado uso de dinamite abaixo da linha de água, o que permitiu alargar o leito do rio. Mas a demolição do Cachão da Valeira não foi o suficiente para acalmar a fúria das águas do Douro. O rio continuava bravo. E ao passarmos esta zona lembramos duas das mais mediáticas figuras da história do Douro e do Vinho do Porto: D. Antónia Adelaide Ferreira e o Barão de Forrester. No dia 12 de Maio de 1831, ambos saíram num barco rabelo da Quinta do Vesúvio, de D. Antónia Adelaide Ferreira, em direção à Régua. No entanto um imprevisto aconteceu, ao passarem pelo Cachão da Valeira, o pequeno barco rabelo sofreu um naufrágio. Conta a lenda que a Ferreirinha se salvou devido às sua volumosas saias, que a permitiram flutuar e chegar até a margem em segurança, mas, contudo, o Barão de Forrester acabou por se afogar devido ao peso das moedas de ouro que trazia nos bolsos. Só no século XX, com o uso da energia hidroelétrica do Douro, construindo barragens, conseguiu-se regularizar o curso do rio. Com a construção de barragens, a partir da década de 60, criaram-se grandes albufeiras de águas tranquilas, que vieram incentivar a navegação recreativa e a pesca desportiva. Pode então dizer-se que o rio ficou domado definitivamente. Foram então construídas cinco barragens ao longo do percurso do rio Douro em território português. Com estas construções, consegue assegurar-se uma navegação tranquila e segura. Os cruzeiros pelo Douro são, hoje em dia, conhecidos a nível internacional e chegam turistas dos quatro cantos do mundo para experimentar um deleitoso passeio de barco. O Douro está na moda... e os seus cruzeiros são imbatíveis!

The Douro River Route

Carmén Matinhas,Francisca Ferronha,Gonçalo Lopes, Solene Martins - 8ºC

The Douro River is the 2nd largest river of the Iberian Peninsula. It is born in Northern of Spain at an altitude of 2080 meters in the province of Soria, on the peaks of the “Sierra de Urbión” and travels 927 kms to the cities of Oporto and Vila Nova de Gaia in Portugal.

 

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The Douro dams in Portuguese

territory are:

  1. Bagaúste Dam (Régua)

  2. Pocinho Dam

  3. Valeira Dam

  4. Carrapatelo Dam

  5. Crestuma-Lever Dam

In the international Douro, where the river borders Spain, there are 5 more dams: Saucelle, Aldeadávila, Bemposta, Picote and Miranda.  In Spain the Douro has 5 more dams: Castro, Villalcampo, San José, Rábanos and Cuerda del Pozo. The dams allowed the creation of the Douro Navigation Channel, a waterway with about 200 kms from Foz to Barca d'Alva where the Douro River Cruises carry thousands of passengers every year. The dams also allow the production of electricity and the management of the river flow.
 

In Spain, it flows near the cities such as: Ofria, Aranda de Duero, Valladolid, Tordesilhas and Zamora. In Portugal it runs near the city of Barca D’Alva, Miranda do Douro, Vila Nova de Foz Côa, Peso da Régua, to Oporto and Vila Nova de Gaia.

 

The Douro, more than a river has been since ancient times a central artery of the region's life, being an essential transport channel in the transport of Douro wine and people. But the Douro was once a dangerous and indomitable river where only “Rabelo” boats could navigate. Full of currents and shallows required great expertise and experience to navigate it. It was a different time, but times have changed. Nowadays the Douro, with the construction of several dams along its course is a completely navigable and safe river that has allowed its tourists use through numerous cruises that run through it daily. When climbing the river we can find several dams, 5 in Portugal, 5 in the international Douro section and 5 in Spain.

 

 

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The origin of the name "Douro"

There are several theories for the designation of the Douro River’s name. One of them says that the name comes from the dur designation  “dur” which in Celtic means water. Another says that it comes from the Latin “duris” which means hard. It can also mean the wealth that it gives to the lands that surround it, the climate that allows the production of wine, fishing, irrigation of the fields and the means of transport between the villages. The “Alto Douro” wine region was considered by UNESCO on December 14, 2001 World Heritage site in the category of cultural landscape.

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